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Trabalhar nas Energias Renováveis

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Por Francisco Azevedo, Engenheiro Civil (CJR Renewables)

As tendências do setor e empregabilidade: 

A indústria da energia renovável começou a alcançar um crescimento rápido e célere no início do milénio, podemos mesmo localizar aqui o nascimento deste Mercado dado que, até então, o advento era bastante fragmentado, pequeno e deslocalizado. Atrevo-me a assumir que esta indústria, a par da Tecnologia da Informação, será das que se apresenta com uma  das maiores taxas de crescimento  de sempre. Se, há vinte anos atrás, esta indústria estava a dar os seus primeiros passos, hoje, estamos já perante uma indústria madura, com um índice de desenvolvimento da tecnologia muito rápido, com excelentes rácios de confiabilidade no fornecimento de energia e com custos associados cada vez mais rentáveis. Também importante será realçar que a cadeia de abastecimento e de valor, a nível mundial, está hoje repleta de profissionais capacitados e processos produtivos robustos, o que tornou a indústria renovável a solução de energia preferida para o presente e para o futuro.

Mas vamos a números e factos.  No ano de 2021 foram batidos novos recordes na produção mundial de energias renováveis. Existiu um aumento de 6% na produção de energia renovável, com quase 295 GW, sendo que em 2022 é esperado que a capacidade de produção de energias renováveis aumente 8%, atingindo quase 320 GW de produção (de acordo com a Agência Internacional de Energia- AIE), isto justifica-se, pois, o mundo a braços com uma crise energética sem precedentes, derivada do conflito que decorre na Ucrânia. 

Assim, , esta aceleração da transição energética para energias limpas, não poderá deixar de ser uma realidade.

Esta tendência de crescimento só vem comprovar que esta é uma excelente área para se trabalhar e altamente promissora. Aliás de acordo com a IRENA (International Renewable Energy Agency) a energia renovável empregou, em 2020, cerca de 12 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que mesmo com a COVID-19, o setor contou com um aumento de 5% face ao ano anterior. Mas este número é ainda pequeno se compararmos às estimativas do setor: são esperados 38 milhões de empregos até 2030 e 43 milhões até 2050 (de cordo com a IRENA). 

A vida na CJR Renewables 

Uma empresa portuguesa com exportação ativa em 25 países, já denota muito daquilo que é a sua vivência e crescimento dos últimos anos. A CJR Renewables destaca-se no mercado internacional por operar em todas as fases construtivas de um projeto eólico e solar (executando assim o EPC, BoP e BoS dos projetos), mas alcança grande relevância sobretudo por dois fatores fundamentais: por um lado adota as várias metodologias de gestão eficaz e otimizada de processos mundialmente reconhecidas, como são exemplo as práticas Kaizen ou a adoção do SAP. Por outro lado, a empresa conta com recursos humanos altamente qualificados e especializados, sob os quais aposta constantemente na formação para que estejam sempre na vanguarda. 

Tenho a sorte de já ter tido oportunidade de trabalhar em várias regiões da América Latina e em vários países da Europa, ao mesmo tempo que fui somando novas competências e funções, sempre perante uma gestão multinacional e orientada para a melhoria de processos. Diria mesmo que a maior aprendizagem está na multiculturalidade, na visão holística dos trabalhos e das competências, numa cultura win-win, com parcerias robustas e mensuráveis. 

Portanto, para quem procura trabalhar numa empresa sustentável, organizada nos seus processos e com atuação a nível mundial, a CJR Renewables é perfeita para o match. 

Sobre Francisco Azevedo

Licenciado em Engenharia Civil, pela Universidade do Minho, trabalha na área das energias renováveis da CJR Renewables, desde 2012. Começou como orçamentista civil, área que, mais tarde, veio a coordenar. Entusiasta a novas aventuras, Francisco depressa aceitou novos desafios que a empresa foi propondo e transpôs várias fronteiras. Em 2015, trocou Portugal pela Jamaica, onde viveu mais de um ano para executar o parque Eólico de Munro; mais tarde seguiu-se o Peru, para realizar a construção do maior parque eólico do país [à data] e depois o Chile, onde coordenou a construção de parques eólicos e subestações.  Hoje, Francisco Azevedo é Project Manager na CJR Renewables e está, atualmente, a liderar a construção de dois parques solares, em Portugal para a multinacional  Iberdrola. 

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